A perspectiva é de considerar cada profissional da educação como sujeito do seu pensar e do seu agir. Diante da necessidade de formar para a autonomia e, conseqüentemente, para o exercício da cidadania, leva-se em conta que a coordenação padagógica é ampla e envolve questões , como: currículo, construção de conhecimentos, relações interpessoais, ética, aprendizagem, avaliação da aprendizagem, etc.

O tecer das teias nos conduzem a refletir sobre as seguintes indagações: Qual a função essencial do coordenador pedagógico? Como transformar a escola num lócus de formação permanente? Qual a concepção de formação mais adequada nesse espaço e tempo pedagógico? Como desenvolver um trabalho que requer tantas atribuições?

Partindo das palavras de Celso Vasconcellos que  afirma: “assim como o professor deve cuidar de seus alunos, o coordenador deve cuidar dos professores”. Nossas reflexões nos indicam que a função essencial do coordenador está associada ao processo de formação em serviço dos professores. Mais do que resolver problemas de emergência e explicar as dificuldades de relacionamento ou aprendizagem dos alunos, seu papel é ajudar na formação dos professores.

É importante considerarmos a formação continuada não apenas como cursos, mas como todas as atividades e ações que venham a contribuir para o desenvolvimento e aperfeiçoamento profissional da ação docente. Desencadeando tal processo na própria escola, possibilita-se ao professor a percepção de que a proposta faz parte do projeto pedagógico da escola, propiciando condições para que ele faça de sua prática objeto de reflexão e pesquisa, habituando-se a problematizar seu cotidiano, a interrogá-lo e a transformá-lo, transformando a própria escola e a si próprio.

Para desenvolver um trabalho que efetivamente o coordenador pedagógico forme professores, e esse é o seu papel primordial, é necessário que ele  assuma o papel de gestor desse processo, de articulador, problematizador,  pesquisador, incentivador e  agregador da comunidade educativa.

            O trabalho do coordenador pedagógico existe concretamente e se dá nas relações reais que estabelece com a comunidade escolar. É, portanto, na escola, que o coordenador pedagógico faz sua história com sua práxis e nela e com ela se cria, produz-se a si mesmo e, juntamente com seus colaboradores, gera frutos, através do processo pedagógico que viabiliza.

 

Anelise Muxfeldt Trentini



Em tempo, segue abaixo uma das formas de que gosto muito quando vou retomar minhas anotações. Este acróstico, tem como ponto de partida a palavra chave “Ser Professor na Pós-Modernidade” e a partir desta busca-se os fios, conforme Marguit, que conduzem o tecer das nossas teias reflexivas do ser professor.

SER PROFESSOR É:

1. Construir………………………………….mesmo que o resultado seja parcial.

2 e 3. Ter…………..associado ao ……………

4…………………………..a verdade.

5……………….o compromisso de se re-inventar.

6………………o não saber.

7. Auxiliar a………………….para que ela assuma suas responsabilidades.

8. Ter a …………………..como um dos pilares do sentido.

9 e 10. Saber que aprendizagem se dá a partir a partir do ……….e não do…………

11……………………………atitude de aprendiz.

12…………………………..é a nossa conduta.

13.Buscar na…………………………………..necessidade intrínseca do conhecimento.

14. Injetar………….na juventude.

15. Vontade de corrigir, não cometer mais o erro.

16. Fase de uma aula significativa.

17. Aprender como se aprende para aprender como se………………..

18. …………………………..palavra chave para procurar sentido.

19. Arrumar a cama para o ……………………deitar.

20, 21 e 22.  Escolas Evangélicas, na Alemanha, gozam de grande apreço. É o espírito que as diferencia, conjuga-se nelas………………..,………………..e………………..

23. Pergunta o mecanismo.

24. pergunta o que certo, o que convém.

25. O que impõe posição.

26. …………………………………..significativa

27. Para que ocorra aprendizagem é necessário o equilíbrio entre…………………..e auto-estima.

28. Exige solidariedade, cuidado com os fracos.

 

 

 

 

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Beijocas – Marilei Inês Zart Assini